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Neoantropofagismo

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E um dia Deus chegou, montado em nuvens de Ira e expulsou os homens do Paraíso. Os obrigou a cobrirem suas vergonhas e começou as explorar suas riquezas. Falou que os homens daquela terra eram sujos, pobres, inferiores e que seriam obrigados, para sempre, a adorar aquele Deus que os amava tanto.
Não estou falando de Adão e Eva, mas sim da descoberta de Pindorama. O paraíso existia, vivíamos nele, mas fomos obrigados a viver no inferno que os colonizadores trouxeram junto com eles. Civilizados, esquecemos de nosso passado glorioso. Não a glória inventada pelos livros didáticos, dos grandes vultos, todos brancos. Mas sim a glória de devorar só os fortes, de viver livre e nu.

Neoantropofagismo II

Já que é impossível conter a intervenção yanke/lixo/cultural na nossa cultura então que ela seja digerida. Depois que seja vomitada a nossa contracepção dos valores estéticos/lixo/culturais que nos são impostos.
Que no nosso mal estar seja a contramão daquilo que nos é imposto. Que o nosso começo de século seja marcado pela nossa antropofagia. Que nossa estética seja o vomito que traga o incomodo enjôo aos padrões formatizados de beleza.
Assumiremos então nossa posição de primitivos informatizados. Sejamos o contra-senso do senso comum. A nossa salvação é análoga ao paraíso digital. Do universo de zero e uns sejamos o dois, três, quatro cinco... infinito. Não deixemos que a limitação dos limitados atrapalhe nossa criatividade. A sanidade padronizada é insana. Não precisamos de prozac. Já temos daime, cogumelos e haxixe. Não precisamos de limitação, mas sim de inspiração. Não transformemos o mundo um lugar banal. O banal é normal, que exalemos nossa loucura!

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