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ATENÇÃO
Este livro não vai salvar a sua vida!

Hoje em dia há um indústria do descontentamento em ascensão, que consiste de empresários que lucram com a nossa angústia nos vendendo produtos que a descrevem e a proclamam. E então a economia de trocas encontra espaço até mesmo para seus inimigos: perpetuando tanto a indústria como o descontentamento já que quando lutamos para derrubá-los, mantemos as rodas girando vendendo mais mercadorias. E como em todos outros aspectos de suas vidas, seus verdadeiros desejos de fazer as coisas acontecerem são redirecionados para o consumo - e suas próprias habilidades e potenciais são deslocados, projetados nos objetos "revolucionários" que você compra.
Este livro pode ser uma parte desse processo. Enquanto nós esperamos que estejamos utilizando o nosso produto para "vender" revolução, pode ser que nós estejamos usando "revolução" para vender o nosso produto.* As melhores intenções não podem nos proteger desse risco. Mas nós levamos adiante este projeto porque sentimos que, pode valer a pena dar ao velho experimento uma última chance: ver se podemos criar um produto que dê mais do que tire.
Para dar a este livro uma minúscula chance de conseguir sucesso nessa grande empreitada, você não pode encará-lo de uma forma passiva, você não pode criar expectativas de que ele faça o trabalho. Você deve vê-lo como uma ferramenta, nada mais. Este livro não vai salvar sua vida; isso, meu amigo, é trabalho seu.
Ok, dito isso, LÁ VAMOS NÓS!!!


  • Pois afinal, nesta sociedade, se algo não está a venda, pode muito bem não existir - e é quase impossível pensar em alguma coisa para fazer com algo de valor além de comercializá-lo.




Pense em suas experiências físicas diárias. Ninguém pode mentir para você sobre isso.
Quantas horas por dia você passa encarando o vidro de uma tela de televisão? O vidro de um monitor de computador? O vidro de um pára-brisa? De todos os três vidros junto?
Do que estes vidros lhe protegem? O quanto da sua vida você observa através de um vidro, indiretamente? (Observar coisas é tão interessante quanto fazer? Você tem tempo para fazer todas as coisas que você quer fazer? Você tem energia suficiente para isso?)

E quantas horas por dia você dorme? Como você é afetado pelo tempo padronizado, desenvolvido somente para sincronizar os seus movimentos aos de outros milhões de pessoas? Quanto tempo você passa sem saber que horas são? Quem ou o que controla os seus minutos e horas?

Os minutos e horas que fazem a sua vida?

Você pode colocar um preço em um dia bonito, quando os pássaros estão cantando e as pessoas andam juntas? Quantos reais por hora é preciso pagar para mantê-lo entre quatro paredes e vender coisas ou arquivar documentos? O que você vai receber mais tarde que pode compensar este dia da sua vida?
Como você é afetado por estar no meio da multidão, ficar cercado por uma massa anônima? Você se percebe reprimindo suas respostas emocionais a outros seres humanos?
E quem prepara suas refeições? Você às vezes come sozinho? Você às vezes come de pé? O quanto você sabe sobre o que você come, e de onde veio? O quanto você confia nisso?


------Uma versão que eu tinha feito-------

(coloquei uma notinha na página de discussão ;) AltDelCtrl 00h14min de 4 de Junho de 2009 (UTC)

Pense sobre a sua experiencia de vida através de uma perspectiva física e direta. Ninguém pode mentir a você sobre isso.


Quantas horas por dia você passa na frente da tela de uma televisão ? De um monitor de computador ? Atrás do pára-brisas de um carro ? Todos os três somados?


Do que você está se escondendo atrás de tudo isso?


Quanto da sua vida chega a você através de uma tela, passivamente ? (É mais divertido assistir coisas do que fazer coisas ? Você tem tempo suficiente para fazer todas as coisas que quer? Você tem a energia suficiente ?)


E quantas horas por dia você dorme? Como você é afetado por viver com o tempo padronizado, designado somente para sincronizar seus movimentos com aqueles de outros milhões de pessoas? Quanto tempo você passa sem saber que horas são ? Quem ou o que controla seus minutos e horas ?


Os minutos e as horas que compõem a sua vida ?


Você consegue colocar um valor num dia lindo, quando os pássaros estão cantando e pessoas passeando juntas ? Quantos reais por hora já é capaz de te fazer ficar dentro de um lugar para vender coisas ou preencher papéis ? O que você vai conseguir depois que poderia compensar por esses dia da sua vida ?


Como você é afetado estando em multidões, em volta de massa de anônimos ? Você se vê suprimindo suas respostas emocionais em relação aos outros seres humanos ?


E quem prepara suas refeições ? Você alguma vez almoça ou janta sozinho ? De pé ? O quanto você sabe sobre os alimentos que você ingere e do lugar de onde eles vem ? O quanto você confia no que te dizem sobre eles ?


Como você é alienado ao utilizar aparelhos que reduzem o esforço necessário para realizar uma tarefa? Que reduzem o pensamento necessário ? Como você é afetado pelos consequencias da eficiencia, que valorizam mais o produto do que o processo, mais o futuro do que o presente, o presente que está ficando cada vez mais curto assim que aceleramos mais para o futuro ? Estamos nos acelerando em direção a que ?


Estamos ganhando tempo ? Ganhando para quê ?


Como você é afetado por ser movido por caminhos pré-definidos: elevadores, ônibus, metrôs, escadas rolantes, estradas e calçadas ? Por mover, trabalhar e viver em grades de duas e três dimensões ? Por ser organizado, imobilizado e sistematizado...ao invés de agir e andar sem um destino certo, livre and espontaneamente ?


Quanta liberdade de movimento você tem - liberdade de mover através do espaço, de ir o quão longe você quiser, em direções novas e inexplorads ?


E como você se sente quando tem quer esperar por algo ? Esperar na fila, esperar no trânsito, esperar para comer, esperar pelo ônibus, para ir no banheiro - a punir e ignorar suas vontades mais naturais ?


Como você é afetado por ter que manter seus desejos sob controle ?


Por repressão sexual? Pela espera ou negação de prazer, desde a infância? Assim como pela supressão de tudo que é espontâneo em você, tudo que envidencia sua natureza selvagem, sua participação no reino animal?


O prazer é perigoso ? O perigo poderia ser prazeroso ?


Você alguma vez sente a necessidade observar o céu ? (Você ainda consegue ver as estrelas ?) Necessidade de observar a água, as folhas, a foliagem, os animais ? Brilhando, cintilando, movendo?


Essa é a razão que você tem um animal de estimação, um aquário, vasos de plantas ? Ou é da sua televisão que vem o brilho, o cintilar e o movimento ?


Quanto da sua vida chega a você através de uma tela, passivamente?


Vídeos de você com seus amigos te fascinam, como se você fosse mais real na imagem do que na vida ?


Se a sua vida fosse transformada num filme, valeria a pena assisti-lo ? E como você se sente em situações de passividade compulsória ? Como você é afetado pelo intrusão sem fim da comunição simbólica - sendo áudio, visual, impressa, através de computador, vídeos, rádio, vozes robóticas - enquanto você se move pelas floresta de sinais ? O que eles quer impor sobre você ?


Você alguma vez precisa ficar sozinho, precisa de um tempo para contemplar você mesmo, de solitude? Você se lembra ? De pensar por si mesmo, sem reagir a estímulos externos ? É díficil evitar isso ?


Evitar é justamente o que não é permitido ?


Onde você pode ir para encontrar silêncio e solitude ? Não som branco, mas silêncio puro ? Não solidão, mas solitude tranquila ? Com que frequência você pára para se perguntar perguntas como essas ? Como você se vè cometendo atos de violência simbólica ? Você alguma vez se sente sozinho de uma maneira que palavras não podem nem descrever ?


Você alguma vez se sente pronto pra EXPLODIR ?


--- tentei juntar nossas duas versões e dar uma melhorada no texto ----

Pense sobre a sua experiência de vida através de uma perspectiva física e direta. Ninguém pode mentir a você sobre isso. Quantas horas por dia você passa encarando o vidro de uma tela de televisão? O vidro de um monitor de computador? O vidro de um pára-brisa? De todos os três vidros junto?

Do que estes vidros lhe protegem? O quanto da sua vida você observa através de um vidro, indiretamente? (Observar coisas é tão interessante quanto fazer? Você tem tempo para fazer todas as coisas que você quer fazer? Você tem energia suficiente para isso?)

E quantas horas por dia você dorme? Como você é afetado pelo tempo padronizado, desenvolvido somente para sincronizar os seus movimentos aos de outros milhões de pessoas? Quanto tempo você passa sem saber que horas são? Quem ou o que controla os seus minutos e horas?

Os minutos e as horas que compõem a sua vida?

Você pode colocar um preço em um dia lindo, quando os pássaros estão cantando e as pessoas passeando juntas? Quantos reais por hora é preciso pagar para mantê-lo entre quatro paredes e vender coisas ou arquivar documentos? O que você vai receber mais tarde que pode compensar este dia da sua vida? Como você é afetado por estar no meio da multidão, ficar cercado por uma massa de anônimos? Você se vê reprimindo suas respostas emocionais a outros seres humanos? E quem prepara suas refeições? Você alguma vez almoça ou janta sozinho? De pé? O quanto você sabe sobre os alimentos que você ingere e do lugar de onde eles vem? O quanto você confia no que te dizem sobre eles? Do que somos privados por equipamento que deveriam reduzir nosso trabalho? E por equipamentos que reduzem o pensamento? E como somos afetados pelas exigências da eficiência, que valorizam mais o produto do que o processo, mais o futuro do que o presente, o presente que está ficando cada vez mais curto enquanto aceleramos em direção ao futuro? Estamos nos acelerando para chegar onde?

Estamos economizando tempo? Economizando para quê?

Como você é afetado por ser movido por caminhos pré-definidos: elevadores, ônibus, metrôs, escadas rolantes, estradas e calçadas? Por mover, trabalhar e viver em grades de duas e três dimensões? Por ser organizado, imobilizado e sistematizado...ao invés de agir e andar sem um destino certo, livre e espontâneo?

Quanta liberdade de movimento você tem - liberdade de se mover através do espaço, de ir o quão longe você quiser, em direções novas e inexploradas? E como você se sente quando tem quer esperar por algo ? Esperar na fila, esperar no trânsito, esperar para comer, esperar pelo ônibus, para ir no banheiro - aprendendo a punir e ignorar suas vontades mais naturais ?

Como você é afetado por ter que manter seus desejos sob controle?

Pela repressão sexual, pela espera ou negação de prazer, desde a infância, assim como pela supressão de tudo que é espontâneo em você, tudo que envidencia sua natureza selvagem, sua participação no reino animal?

O prazer é perigoso? O perigo poderia ser prazeroso?

Você alguma vez sente a necessidade observar o céu? (Você ainda consegue ver as estrelas?) Você precisa ver a água, as folhas, a folhagem, os animais de vez em quando? Brilhando, cintilando, movendo?

É por isso que você tem um animal de estimação, um aquário, vasos de plantas? Ou é da sua televisão que vem o brilho, o cintilar e o movimento?

O quanto da sua vida você observa através de um vidro, indiretamente?

Vídeos de você com seus amigos te fascinam, como se você fosse mais real na imagem do que na vida?

Se a sua vida fosse transformada num filme, valeria a pena assisti-lo? E como você se sente em situações de passividade forçada? Como você é afetado pelo intrusão sem fim da comunicação simbólica - sendo áudio, visual, impressa, através de computador, vídeos, rádio, vozes robóticas - enquanto você se move pelas floresta de sinais? O que eles querem impor sobre você?

Você alguma vez precisa ficar sozinho, precisa de um tempo para contemplar você mesmo, de solitude? Você se lembra? De pensar por si mesmo, sem reagir a estímulos externos? É difícil evitar isso?

Olhar para o outro lado é exatamente o que não é permitido?

Onde você pode ir para encontrar silêncio e solitude? Não ruídos, mas silêncio puro? Não solidão, mas solitude tranqüila? Com que freqüência você pára para se perguntar perguntas como essas? Como você se vê cometendo atos de violência simbólica? Você alguma vez se sente sozinho de uma maneira que palavras não podem nem descrever?

Você alguma vez se sente prestes a PERDER O CONTROLE?

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