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Aviso aos civilizados a respeito da autogestão generalizada

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Raul Vaneigem

Internacional Situacionista


«Não sacrifiques a felicidade de hoje pela felicidade futura. Desfrute do imediato, evite toda união de matrimônio ou de interesses que não satisfaz vossas paixões instantaneamente. Por que vais lutar pela felicidade futura, se ela superará vossos desejos e não tens na sua seqüência mais que um desprazer, o de não poder dobrar a longitude dos dias, a fim de dar abundancia ao imenso circulo de gozos que deveis recorrer?.»
(Charles Fourier, em Aviso ao civilizados a respeito da próxima Metamorfose Social)


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1. Em sua forma inacabada, o movimento das ocupações tem vulgarizado de modo confuso a necessidade de uma superação. A iminência de uma mudança total, sentida por todos, deve revelar agora sua prática: o passo para a autogestão generalizada mediante a instauração dos conselhos operários. A linha de chegada, cuja consciência tem levado o impulso revolucionário, mais tarde vai se converter em linha de saída.


2. A história responde hoje a questão plantada por Lloyd George aos trabalhadores, e repetida em coro pelos servidores do velho mundo: “quereis destruir nossa organização social, que colocará em seu lugar?” Sabemos a resposta graças à abundância de pequenos Lloyd Georges, que defendem a ditadura estadista de um proletariado sem gosto, e esperam que a classe operária se organize em conselhos para dissolve-la e eleger outra diferente dela.


3. Cada vez que o proletariado se arrisca a mudar o mundo, reencontram a memória global da história. A instauração de uma sociedade de conselhos – até agora confundida com a história de seu esmagamento em distintas épocas – revela a realidade de suas possibilidades passadas através da possibilidade de sua realização imediata. Esta evidência pôde ver todos os trabalhadores depois de que em maio[1]o stalinismo e seus resíduos trotskistas tem mostrado, por meio de sua debilidade agressiva, sua impotência para esmagar um eventual movimento dos conselhos, e, por sua força de inércia, sua capacidade para frear ainda sua aparição. Sem manifestar-se verdadeiramente, o movimento dos conselhos tem se apresentado em um arco de rigor teórico que parte de pólos contraditórios: a lógica interna das ocupações e a lógica repressiva dos partidos e dos sindicatos. Quem confunde Lenin e o “que fazer” (cartilha), é quem só faz se preparar (para ir a) um cesto de lixo.


4. O esmagamento de toda organização que não seja a emancipação direta do proletariado, negando-se como proletária, tem sido sentido por muitos, inseparavelmente da possibilidade em fim realizável de uma vida cotidiana sem tempo morto. A noção de conselhos operários estabelece, neste sentido, o primeiro princípio da autogestão generalizada.


5. Maio marcou uma fase essencial da larga revolução: a história individual de milhões de homens, cada dia à busca de uma vida autêntica, unindo-se ao movimento histórico do proletariado em luta conjunta contra o conjunto das alienações. Esta unidade de ação espontânea, que foi o motor passional do movimento das ocupações, só pode desenvolver unitariamente sua teoria e sua prática. O que sucedeu em todos os corações sucederá em todas as cabeças. Depois de ter comprovado que “já não poderiam viver como antes, nem sequer um pouco melhor que antes”, muitos tendem a prolongar a memória de uma parte de vida exemplar, e a esperança, vivida por um instante de uma grande possibilidade, em uma linha de força que só falta para ser revolucionária, uma maior lucidez sobre a construção histórica das relações individuais livres, sobre a autogestão generalizada.


6. Só o proletariado precisa, ao realizar a negação, do projeto de autogestão generalizada, porque o leva em si objetiva e subjetivamente. Por ele as primeiras precisões da unidade vieram de seu combate na vida cotidiana e na frente da história, assim como da consciência de que todas as reivindicações são realizáveis de imediato, mas só por ele mesmo. Neste sentido, a importância de uma organização revolucionária deve no futuro julgar-se por sua capacidade de acelerar seu desaparecimento na realidade da sociedade dos conselhos.


7. Os Conselhos Operários constituem um novo tipo de organização social, mediante a qual o proletariado põe fim a proletarização do conjunto dos homens. A autogestão generalizada não é outra coisa que não a totalidade segundo a qual os conselhos inauguram um estilo de vida, baseado na emancipação permanente individual e coletiva, de forma unitária.


8. Do que procede ao que segue, é evidente que o projeto de autogestão generalizada exige tantas precisões como desejos tem um revolucionário, e tantos revolucionários como pessoas insatisfeitas existem na vida cotidiana. A sociedade espetacular mercantil criou as condições repressivas e – contraditoriamente, pela recusa que suscita – a possibilidade da subjetividade; de modo semelhante, a formação dos conselhos, surgida da luta contra a opressão global, cria condições de uma realização permanente da subjetividade, sem outra limitação que não a sua impaciência em fazer a história. A autogestão generalizada se confunde com a capacidade dos conselhos para realizar historicamente o imaginário.


9. Sem a autogestão, os conselhos operários perdem todo seu significado. É necessário tratar como um futuro burocrata, por tanto, no mesmo instante como inimigo: todos aqueles que falam dos conselhos como organismos econômicos e sociais, todos aqueles que não os situem no centro da revolução da vida cotidiana; com a prática que ele requer.


10. Um dos grandes méritos de Fourier é ter mostrado que é necessário realizar o imediato – e para nós isto significa desde o começo da insurreição generalizada – as condições objetivas da emancipação individual. O começo do movimento revolucionário deve marcar para todos, uma elevação imediata do prazer de viver, a entrada vivida e consciente na totalidade.


11. A marcação acelerada em que o reformismo deixa atrás de si dejetos, todos tão ridículos como gauchistas – a multiplicação, no cólico tricontinental de pequenas multidões maoistas, trotskistas, guevaristas – cheira com mau odor o que à direita, e em particular socialistas e stalinistas, havia fedido por muito tempo: as reivindicações parciais contem em si mesma a impossibilidade de uma mudança global. Melhor que combater um reformismo para ocultar outro, a tentação de voltar às avessas do velho truco com pele de burocrata parece, em muitos aspectos, como uma solução final do problema dos conservadores. Isto supõe recorrer a uma estratégia que desencadeie no fervor geral a favor de momentos insurrecionais cada vez mais aproximados uns dos outros; e a uma tática de progressão qualitativa na que ações, necessariamente parciais, contenham sem exceção, como condição necessária e suficiente, a liquidação do mundo da mercadoria. É chegada a hora de começar a sabotagem positiva da sociedade espetacular mercantil. No entanto que se mantenha como tática de massas a lei do prazer imediato, não há motivos para inquietar-se pelo resultado.


12. É fácil, apenas como exemplo e estimulação, evocar agora algumas possibilidades, cuja insuficiência demonstrará em seguida a prática dos trabalhadores libertados; em toda ocasião – abertamente na greve mais ou menos clandestina no trabalho – inaugurar o reino da gratuidade oferecendo aos amigos e aos revolucionários produtos fabricados ou de armazéns, fabricando objetos de regalia (rádios, foguetes, armas, armamentos, maquinas de diversos ursos) organizando nos grandes armazéns, distribuições “em varejo” ou “no atacado” de mercadorias. Romper as leis do mercado e iniciar o fim do assalariado, apropriando-se coletivamente dos produtos do trabalho, servindo-se coletivamente das máquinas para fins pessoais e revolucionários; depreciar a função do dinheiro generalizando as greves de pagamentos (aluguel, imposto, compras a prazo, transportes, etc.) impulsionar a criatividade de todos colocando em marcha, ainda que seja interrompidamente, mas apenas sob o controle operário, setores de abastecimento e de produção, e considerando a experiência como um exercício necessariamente duvidoso e perfectível; liquidar as hierarquias e o espírito de sacrifício, tratando aos chefes patronais e sindicatos como se merecem, esmagando o militantismo; lutar unitariamente em todas as partes contra a separação; extrair a teoria de qualquer prática e a inversão de perspectiva, mediante a redação de folhetos, cartazes, canções, etc.


13. O proletariado tem demonstrado que sabe responder à complexidade opressiva dos Estados Capitalistas e “socialistas” mediante a simplicidade da organização exercida diretamente por todos e para todos; as questões da sobrevivência só se plantam em nossa época com a condição prévia de não ser decidida nunca; pelo contrário, os problemas da história ainda a viver nascem claramente através do projeto dos conselhos operários, às vezes como positividade e como negatividade; dito de outra maneira, como elemento de base de uma sociedade unitária e passional, e como anti-Estado.


14. Porque não exercem nenhum poder separado da decisão de seus membros, os conselhos não toleram outro poder que não o seu. Impulsionar em todas as partes as manifestações anti-Estado não deve se confundir com a criação antecipada de conselhos, a ponto do seu poder absoluto sobre suas zonas de extensão, separados da autogestão generalizada, necessariamente serem vazios de conteúdo e propícios a experimentar de todas as ideologias. As únicas forças lúcidas que podem hoje responder a história com a história ainda a ser feita serão as organizações revolucionárias que desenvolvam, no projeto dos conselhos, uma consciência igual do inimigo a combater e dos aliados a apoiar. Um aspecto importante te tal luta se anuncia ante nossos olhos com a aparição de um duplo poder. Nas fábricas, nos escritórios, nas ruas, nas casas, nos quartéis, nas escolas se busca uma realidade nova, o desprezo pelos chefes, sob qualquer nome e atitude que adotem. Mas é necessário que este desprezo alcance sua lógica desembocadura, demonstrando, pela iniciativa concertada dos trabalhadores, que os dirigentes não são só desprezíveis, mas que são inúteis, e que se pode, inclusive desde seu ponto de vista, liquidá-los impunemente.


15. A história recente não vai tardar muito em manifestar-se, tanto na consciência dos dirigentes como na dos revolucionários, sob a forma de uma alternativa que lhes conceda a uns e a outros: a autogestão generalizada e o caos insurrecional; a nova sociedade da abundância, ou a desagregação social, a pilhagem, o terrorismo, a repressão. A luta pelo duplo poder é desde agora já inseparável de tal eleição. Nossa coerência exige que a paralisia e a destruição de rodas as formas de governo não se separe da construção dos conselhos; a prudência elementar do adversário deverá, logicamente, convergir que uma organização de novas relações cotidianas viesse impedir a extensão do que um especialista da política americana já chama de “nosso pesadelo”, pequenos comandos de insurgentes que surgem das bocas do metrô, que disparam desde telhados, que utilizam a mobilidade e os infinitos recursos da guerrilha urbana para abater policiais, liquidar servidores da autoridade, provocar motins e destruir a economia. Mas não é tarefa nossa salvar os dirigentes do seu pesar. Basta-nos preparar os conselhos e assegurar sua autodefesa por todos os meios. Lope de Veja mostra, em uma de suas peças, como os aldeões cansados das exageradas cobranças de um funcionário real, o matam e respondem todos aos juizes encarregados de descobrir o culpado, que são da vila “Fuenteovejuna”[2]. A tática “Fuenteovejuna”, que muitos mineiros austríacos utilizam frente aos engenheiros poucos sensatos, tem o defeito de aparentar-se demais com o terrorismo e com a tradição de linchamento. A autogestão generalizada será nossa “Fuenteovejuna”. Não é suficiente que uma ação coletiva desanime a repressão (pense a impotência das forças da ordem se, durante as ocupações, os empregados de banco quebram os fundos), é preciso mais que ânimos, no mesmo movimento o progresso se faz em uma maior coerência revolucionária. Os conselhos são a ordem frente à decomposição do Estado, contestado em sua forma pela acessão dos nacionalismos regionais, e em sua base pelas reivindicações sociais. Aos problemas que se plantam, a polícia só pode responder calculando o número de seus mortos. Só os conselhos operários apontam uma resposta definitiva. O que evita a pilhagem? A organização da distribuição e o fim da mercadoria. O que evita e impede a sabotagem da produção? A apropriação das máquinas pela criatividade coletiva. O que evita as explosões de cólera e violência? O fim do proletariado mediante a construção coletiva da vida cotidiana. Não há outra justificativa para nossa luta mais que a satisfação imediata deste projeto; mais que o que nos satisfaz imediatamente.


16. A autogestão generalizada só conta, para sustentar-se, com a liberdade vivida por todos. Sobra com isso para indagar desde agora o rigor prévio de sua elaboração. Este tipo de rigor deve caracterizar, por tanto, a partir de agora às organizações revolucionárias conselhistas; e a inversão da perspectiva, sua prática já conterá a experiência da democracia direta. Isto vai permitir chegar o mais possível de certas fórmulas. Assim, um princípio como “a assembléia geral é a única soberana”.

Significa também que o que escapa ao controle direto da assembléia autônoma ressuscita em mediações, todas as variedades autônomas de opressão. A assembléia toda é através de seus representantes, com suas tendências, a que deve estar presente na hora de decidir. Se bem que a destruição do Estado impede essencialmente que se repita o engano do Soviete Supremo, é necessário mais que a simplicidade de organização para garantir a impossibilidade de aparição de uma burocracia. Já que, precisamente, a riqueza das técnicas de comunicação, pretexto para mantimento ou o retorno dos especialistas, permite o controle permanente dos delegados pela base, a confirmação, a correção ou a desaprovação imediatas de suas decisões a todos os níveis. Telex, computadores, televisões, pertencem, por tanto, sem que se possam ceder, às assembléias de base. Realizam sua onipresença. Na composição de um conselho – se distinguirá, sem dúvida, conselhos locais, urbanos, regionais, internacionais – o correto será que a assembléia possa eleger e controlar uma seção de equipamento destinada a recolher as demandas de abastecimento, a levantar as possibilidades de produção, a coordenar estes dois setores: uma seção de informação, encarregada de manter uma relação constante com a vida dos outros conselhos; uma seção de coordenação a que incumbe, na mesma medida que as necessidades da luta a permitam, enriquecer as relações intersubjetivas, radicalizar o projeto fourierista, encarregar-se das demandas de satisfação passional, equipar os desejos individuais, oferecer o necessário para os experimentos e aventuras, harmonizar as disponibilidades lúdicas da organização dos trabalhos obrigatórios e gratuitos (serviço de limpeza, cuidar de crianças, educação, concurso de cozinha, etc.); uma seção de autodefesa. Cada seção é responsável ante a assembléia plenária dos delegados (revogáveis e submetidos ao princípio de rotação vertical e nominal) que se reúnem e prestam regularmente seus informes.


17. Ao sistema lógico da mercadoria, que mantém a prática alienada, deve-se responder, com a prática imediata que implica, a lógica social dos desejos. As primeiras medidas revolucionárias se dirigiram por força à diminuição das horas de trabalho e à redução mais ampla do trabalho servidão. Os conselhos operários se preocupam por distinguir entre setores prioritários (alimentação, transporte, telecomunicação, metalurgia, construção, vestimenta, eletrônica, artes gráficas, armamento, medicina, conforto, e em geral equipamentos materiais necessários para a transformação permanente das condições históricas), setores de modernização, considerados pelos trabalhadores afetados como visões de entulho em proveito dos revolucionários, e setores parasitários, cuja supressão pura e simples tem decidido suas assembléias. Evidentemente, os trabalhadores dos setores eliminados (administração, escritórios, industrias do espetáculo e da mercadoria pura) preferirão às oito horas diárias de presença em seu lugar de trabalho as três ou quatro horas por semana de um trabalho livremente escolhido por eles entre os setores prioritários. Os conselhos experimentarão formas atrativas de peleja obrigatória e gratuita, não para dissimular seu caráter penoso, mas para compensá-lo mediante uma organização lúdica e, possivelmente, para eliminá-los em proveito da criatividade (segundo o princípio “trabalho não, gozo sim”). A media que a transformação do mundo se identifique com a construção da vida, o trabalho obrigatório desaparecerá no prazer da história para si.


18. Afirmar que a organização da distribuição e da produção evita a pilhagem e a destruição das máquinas e dos estoques equivale a continuar situando-se na única perspectiva anti-Estado. O que o negativo conserva agora enquanto separação, os conselhos, como organização da nova sociedade, conseguirão mediante uma política coletiva dos desejos. O fim do assalariado é realizável imediatamente, desde a instauração dos conselhos, desde o preciso instante em que a seção “equipamentos e abastecimento” de cada conselho organizem a produção e distribuição em função dos desejos da assembléia geral. Então é quando, como homenagem ao melhor prognostico bolchevique, se poderá chamar “lenines” aos mictórios de ouro e prata maciços.


19. A autogestão generalizada supõe a extensão dos conselhos. No princípio, haverá cargos das zonas de trabalho dos trabalhadores agrupados em conselhos. A fim de tirar dos primeiros conselhos seu aspecto coorporativo, os trabalhadores os abrirão, tão rápido como seja possível, à suas companheiras, ao povo do bairro, aos voluntários chegados de setores parasitários, de maneira que tomem em seguida a forma de conselho local, de fragmento da Comuna (em unidades mais ou menos equivalentes numericamente a 8000 a 10000 pessoas).


20. A extensão interna dos conselhos deve parecer com sua extensão geográfica. É necessário cuidar da total radicalidade das zonas libertadas, sem a ilusão de Fourier sobre o caráter atrativo das primeiras comunas, mas sem subestimar tão pouco à parte de sedução que comporta, uma vez desembaraçada a mentira, toda experiência de emancipação autêntica. A autodefesa dos conselhos ilustra deste modo à fórmula: “a verdade em armas é revolucionária”.

A autogestão generalizada possuirá em um dia próximo seu possível código, destinado a liquidar a legislação opressiva e seu domínio milenar. Tal vez surja inclusive no duplo poder, antes que sejam suprimidos os aparatos jurídicos e as carruagens da penalidade. Os novos direitos do homem (direito para cada um de viver a seu modo, de construir sua casa, de participar de todas as assembléias, de armar-se, de viver como um nômade, de publicar o que pensa – cada um seu periódico mural – de amar sem reservas; direito ao encontro, direito ao equipamento material necessário para a realização de seus desejos, direito de criatividade, direito de conquista sobre a natureza, fim do tempo-mercadoria, fim da história em si, realização da arte e do imaginário, etc) esperam sua antilegislação.


Raul Vaneigem, 1969.


Publicado originalmente na Revista Internacional Situacionista, n 12, em setembro se 1969. Segunda tradução, do espanhol para o português por membros do coletivo Gunh Anopetil.


Referências

  1. Referência à revolução de Maio de 68. (N.T.)
  2. Festa vila se tornou conhecida pela grande resistência dos aldeões à monarquia absoluta e a superexploração na Espanha, hoje faz parte do município de Cordoba. (N.T.)



Textos

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